Nesta quinta-feira, dia 3 de março, a Nação Rubro-Negra celebra o nascimento de seu Messias. Há exatos 58 anos nascia Arthur Antunes Coimbra, ou Nosso Senhor Zico, para a imensa massa de mais de 40 milhões de apaixonados seguidores do Clube de Regatas do Flamengo.
Quando envergou com celestial genialidade o Manto Sagrado número 10, Zico costumava lotar o Maracanã, o Templo Sagrado Rubro-Negro. Os fiéis súditos reverenciavam seu Deus à espera da salvação, mesmo que, algumas vezes, a redenção pudesse parecer um milagre, o que, não raro, Ele era capaz de operar.
Ainda que tenham sido os que mais vezes se regozijaram em júbilo pela entidade divina, não foram apenas os fervorosos freqüentadores do Maracanã a apreciar as maravilhas executadas por Zico. Por quatro vezes o Jesus Rubro-Negro levou o Flamengo ao topo do Brasil. E, em 1981, auxiliado por dez santos apóstolos, trouxe para a Gávea - o Vaticano Rubro-Negro - as taças do Mundo e das Américas.
Zico também viveu sua via crucius, martirizado por Márcio “Pilatos” Nunes, o centurião banguense. As dores insuportáveis no joelho abreviaram sua estada no mundo dos atletas. Mas sua essência divina foi comprovada no dia 6 de janeiro de 1990, quando o Galinho de Quintino deu adeus ao mundo terreno dos jogadores mortais para passar à História como Criador do céu e da terra rubro-negros.
Em 2010, ensaiou-se a ressurreição. Mas no julgamento à moda romana, os pecadores elegeram a salvação de Capitão “Barrabás” Léo. Perdoai-vos, senhor, eles não sabem o que dizem! Nem o que fazem. Mas, de acordo com as sagradas escrituras, há de chegar o dia em que Ele voltará para nos redimir de todos os males e levar-nos ao Reino dos Céus.
Amém!
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