Ah, o amor, ferida que dói e não se sente, como dizia o poeta. O sentimento mais nobre e puro d´alma humana. Pobre daquele que jamais amou. Presenteado pelo destino, no Dia Internacional da Mulher, presto uma singela homenagem à amada.
Rubro-negra por vocação, passou a amar também o objeto de minha paixão. Acompanhar jogos e resenhas pós-partidas tornou-se rotina. Nos estádios e comemorações, lá está ao lado do amado. Esforçada, sabe de cor as 17 leis do bruto esporte bretão (inclusive a de número 11). Aplica-se ainda em conhecer, não apenas os nomes de atletas, como também de técnicos, árbitros e comentaristas. Alguns tornaram-se, mesmo, parte da família, de tanto assisti-los de domingo a domingo.
Se, por vezes, demonstra-se contrariada com os brados de altos decibéis, também prova companheirismo ao dividir os sorrisos das vitórias e as lágrimas das derrotas. Nas comemorações, já enverga orgulhosamente o Manto Sagrado como se trajasse indumentária de gala.
Por essas e outras que meu maior prazer é vê-la brilhar, seja na terra, no ar ou no mar. Eu teria um desgosto profundo se, um dia, me faltasse um segundo. Sempre a amarei. Onde estiver, estarei. Amo-a com ternura, devoção e ardor. Tal qual à nossa paixão comum.
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