Vamos ao que interessa. Vencemos por 1 a 0, estamos classificados para as semifinais da Taça GB e somos a única equipe do certame estadual com 100% de aproveitamento. Os números não mentem jamais: somos o melhor time do campeonato para a fria senhora Estatística. Que se dane que enfrentamos o ridículo Vice da Gama (que covardemente chutou o cadáver americano, outrora denominado "diabo", mas que hoje não passa de um ex-clube) e mais meia dúzia de equipes semi-profissionais. O manto sagrado se impôs como lhe é peculiar.
No último domingo, vencemos o bem armado plantel resendino debaixo de um inclemente calor senegalês e, como se não fosse pouco, com Fernando e Jean na equipe titular. O jogo foi muito parecido com aquele contra o Nova Iguaçu, na estreia do Gaúcho que, mais uma vez, errou muito. O sistema ofensivo ainda precisa de uma bela arrumação. Nosso camisa 10, assim como Thiago “Regenerado” Neves e Deivid Sonolento parecem meio sem saber o que fazer em campo, onde devem atuar e para onde correr.
Talvez nem mesmo o professor Luxa saiba ainda como armar a equipe, haja vista suas respostas sempre confusas e, por vezes, mal-criadas nas entrevistas coletivas após as partidas. Parece inseguro e, quem sabe, por isso descambe para a arrogância e para a agressividade, duas de suas conhecidas características já há algum tempo.
Talvez nem mesmo o professor Luxa saiba ainda como armar a equipe, haja vista suas respostas sempre confusas e, por vezes, mal-criadas nas entrevistas coletivas após as partidas. Parece inseguro e, quem sabe, por isso descambe para a arrogância e para a agressividade, duas de suas conhecidas características já há algum tempo.
Não fosse o primoroso lançamento do incansável Leo Moura, não sei não. Nosso ex-capitão encontrou Fierro que fez a única jogada relevante desde a sua chegada ao Flamengo, há não sei quantos anos. O sempre cansado Deivid conseguiu ganhar na corrida do beque resendense, tocar para o gol e garantir a irretocável campanha... pelo menos para os insensíveis matemáticos.
Espero que o talento e a raça continuem fazendo a diferença para o nosso lado. A maltratada e sofredora matilha vira-latas alvinegra que, desde os tempos de Nosso Senhor Zico, se acostumou a apanhar que nem cachorro vadio, está com um time certinho e conta com Joel Sócana no banco de reservas. Com o auxílio luxuoso do trio de arbitragem, venceu as meninas do laranjal na penúltima rodada e agora todo o cuidado é pouco para que não se repita o king kong da semifinal do ano passado, quando ainda contávamos com o famigerado Império do Amor.
Se no conjunto estamos atrás, esperamos contar com a segurança de Felipe, a maestria de Leo Moura, a precisão nos desarmes de Willians, a vontade de Thiago Neves e a habilidade (mesmo que ainda tímida) do Gaúcho. Mas, se mesmo assim, o jogo estiver duro, equilibrado em suas ações e o placar adverso, restará aos nossos briosos gladiadores escutar o canto da torcida, olhar para as cores do Manto Sagrado e suar sangue dentro de campo para, mais uma vez, fazer valer a superioridade do escudo encarnado e negro que supera mesmo o maior dos oponentes.
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